Os dilemas do fail fast e do beta eterno

Se você trabalha ou se interessa por tecnologia já teve ter ouvido falar desses dois termos: fail fast e beta eterno. O primeiro se refere ao fato de que é cada vez mais necessário aprender a errar rápido para não dar continuidade em projetos que tendem a não obter sucesso; já o segundo termo trabalha o paradigma que – provavelmente – muitas soluções tecnológicas nunca vão estar prontas (o Google nunca estar é finalizado, o WhatsApp nunca estará pronto etc.) e sempre estarão mudando conforme necessidades de mundo, mercado e dos usuários.

Errar rápido demanda maturidade e muito acompanhamento/pesquisa. Para errar rápido é preciso monitorar e, sobretudo, estar preparado para aceitar que algo não deve ser insistido, pois pode gerar perda de recursos e tempo.

Por outro lado, como errar rápido se muitos projetos nunca estarão prontos e sempre estarão nesse estado de beta eterno? Dúvida cruel essa.

Aqui entra a questão central de gestão de processos de negócios em tecnologia. Mais do que entender de programação, interface, códigos ou soluções de ponta, ter equipes multidisciplinares com foco em processos de gerenciamento é cada vez mais mandatório nesse mundo complexo que vivemos.

Outro ponto: realizar pesquisas com usuários e monitoramento constante de métricas de sucesso de um projeto. Definir objetivos quantificáveis é um ponto crucial para medir se algo está ou não dando certo. Se não está dando certo e não há indícios de que terá futuro, erre rápido. Se há perspectiva de sucesso, faça o possível para ser um excelente beta eterno.

Boas referências para UX e UI

Uma das disciplinas introdutórias do curso de Ciência de Dados e Negócios da ESPM é a de UX/UI. Nela, os estudantes estudam os princípios