Game como produto, game como serviço.

Imagine um jogo que você compra e ele se encerra nele mesmo. Não há DLCs, não há loja online para microtransações, não há compra de skins; não há nada. Você compra, joga, termina (ou não) e – se ele for físico – guarda na sua coleção; se ele for digital, fica no acervo da sua biblioteca favorita. O jogo aqui é definido como um produto.

Imagine agora alguns jogos que você, muitas vezes, adquire gratuitamente. No entanto, estes jogos possuem season pass, loja para micro transações, assinaturas, possibilidade de expansão com múltiplas DLCs etc. O game, nesse caso, estabelece um outro tipo de relacionamento com as distintas audiências, precisando ser atualizado, inovado, reequilibrado etc.

Esse post é o primeiro de uma série na qual vamos discutir modelagem de negócios para games! Não deixe de acompanhar!

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Diferenciando protótipo de MVP

Embora frequentemente confundidos, o protótipo e o MVP (Produto Mínimo Viável) assumem funções distintas no processo de desenvolvimento de produtos, especialmente no contexto de