Recrutamentos com IA: o que eles buscam nos candidatos?

É cada vez mais comum empresas utilizarem inteligências artificiais para os seus processos de recrutamento. Mas, será que é justo uma máquina decidir a rejeição ou aprovação de alguém? E o que será que elas buscam ao selecionar currículos?

Empresas como McDonald’s, banco JP Morgan e a Kraft Heinz, vem utilizando o Pymetrics, um software de inteligência artificial, que avalia aspectos de personalidade e inteligência de um candidato. Segundo a própria plataforma, ele mede de forma justa e precisa os atributos cognitivos e emocionais, em apenas 25 minutos.

Outras empresas utilizam o HireVue, um sistema inteligente que converte em texto entrevistas gravadas de candidatos respondendo perguntas e, com um algoritmo de IA, analisam palavras-chave nas respostas, como usar “eu” em vez de “nós” em respostas a perguntas sobre trabalho em equipe.

O CEO da HireVue, Kevin Parker, afirma que “o desejável é ter um processo justo, e a inteligência artificial pode ajudar a avaliar todos esses candidatos de uma forma muito consistente”. Mas também diz que o sistema é mais imparcial do que um entrevistador humano.

Ainda há grandes desafios em criar sistemas de recrutamento. As pessoas são de lugares diferentes e podem ter sotaques diferentes e, por isso, sistemas que analisam como as pessoas falam, podem não entender o que elas estão dizendo. Até o uso de expressões pode não ser entendido pela inteligência artificial.

Por fim, um dos maiores cuidados a serem tomados é para que a inteligência artificial não seja enviesada, como foi o caso do sistema de inteligência artificial da Amazon que, de acordo com a agência de notícias Reuters, “ensinou a si mesmo que os candidatos do sexo masculino eram preferíveis”.

Para saber mais, acesse: BBC 

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